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Fábrica de café em Jundiaí destina corretamente 100% de seus resíduos

Todas as ações produzidas serão replicadas na planta de Salvador.

23 de março de 2016 • Atualizado às 16 : 04

A JDE aplicou a substituição da destinação para aterro pela incineração e coprocessamento com recuperação energética. | Foto: JDE/Divulgação

Fábrica de café em Jundiaí destina corretamente 100% de seus resíduos
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Alinhada à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que atua na prevenção e redução na geração de resíduos, a planta industrial da companhia JDE (Jacobs Douwe Egberts) acaba de alcançar a meta do Aterro Zero em toda a operação. Localizada em Jundiaí, São Paulo, a empresa é detentora das marcas Pilão, Damasco, LO’R, Café do Ponto, Senseo e Caboclo.

Para atingir a meta de 100% do destino correto dos resíduos e eliminar o envio para aterro sanitário, a JDE trilhou importantes etapas. A primeira delas foi concretizada ainda em 2015, quando 98% de todo o resíduo gerado na operação passou a contar com a destinação adequada. Nesse contexto foram introduzidos o aprimoramento da segregação por meio da reforma da área de resíduos permitindo uma melhor triagem dos insumos que integram o ciclo de produção, destinação de resíduos orgânicos do restaurante e poda para compostagem. Graças à conscientização e o engajamento de todos os associados, os resíduos de alimentos recolhidos no restaurante são encaminhados para a compostagem e transformados em fertilizantes.

Resolvida a questão dos rejeitos sólidos, a atenção do projeto foi direcionada à questão dos resíduos sanitários e lixo comum, resíduos sem reciclagem. Nesse ponto, a JDE aplicou a substituição da destinação para aterro pela incineração e coprocessamento com recuperação energética, no qual o resíduo é utilizado como combustível para os fornos, substituindo carvão ou gás natural.

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| Foto: JDE/Divulgação

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| Foto: JDE/Divulgação

“Focada no compromisso de conquistar o Aterro Zero na planta, a JDE desenvolveu um conjunto de ações voltados à conscientização e mudança de comportamento dos associados acarretando na redução de desperdício e melhoria da segregação de materiais, além do desenvolvimento de novos destinatários, oportunidades de negócio junto a parceiros estratégicos e o investimento em novos processos e tecnologias”, explica Carlos Passini, Diretor Industrial da JDE Brasil.

Após essa importante conquista em Jundiaí, todas as ações produzidas serão replicadas na planta de Salvador, com a meta de que o Aterro Zero seja alcançado até 2017.

A JDE em números:

Ao final de 2015 a Unidade de Jundiaí destinou 462 toneladas de resíduos para a reciclagem e 3200 toneladas de resíduos de café, orgânicos provenientes do restaurante e de jardinagem para compostagem.

Em fevereiro de 2016 a meta de aterro zero foi alcançada: aproximadamente 5 toneladas de lixo comum e sanitário passou a ter destinação correta.

 Casca de café vira fertilizante

Durante a torra do café, o processo produtivo realiza a extração da película que envolve o grão de café. Pensando na destinação adequada, a JDE Brasil realizou parceria com uma indústria de fertilizantes em Jundiaí para que o insumo seja transformado em fertilizante orgânico para as lavouras.

Por ano, mais de três mil toneladas de cascas de café se tornam insumo para a produção de adubo utilizado para as mais diversas culturas agrícolas.

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