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Campanha mostra que vida saudável reduz incidência de câncer

O movimento, que ocorre nas redes sociais, tem como tema “Está ao Nosso Alcance”.

28 de janeiro de 2015 • Atualizado às 09 : 32
Campanha mostra que vida saudável reduz incidência de câncer

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A Fundação do Câncer do Brasil lança nesta quarta-feira (28) uma campanha mundial com alertas que podem ajudar a combater um terço dos casos da doença. O movimento, que ocorre nas redes sociais, tem como tema “Está ao Nosso Alcance”. Ele precede o Dia Mundial de Combate ao Câncer, celebrado em quatro de fevereiro. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer, 576 mil brasileiros descobriram estar com a doença em 2015.

Segundo Celso Rotstein, oncologista consultor da Fundação do Câncer, a doença é um fenômeno complexo causado pela junção de diversos fatores, inclusive genéticos, mas as pessoas podem fazer muito para evitá-la. Entre esses fatores estão o tabagismo, a obesidade e o sedentarismo, que podem ser contornados.

Criada pela União Internacional de Controle do Câncer, a campanha vai ressaltar que, pelo menos, um terço dos casos mais comuns da doença pode ser prevenido por meio da redução do consumo de álcool, da adoção de dietas mais saudáveis e do aumento da atividade física. O índice de cânceres que podem ser prevenidos ao parar de fumar chega a 50%.

Rotstein conta que estudos já relacionam o consumo de gordura, por exemplo, em carnes e frituras aos cânceres de próstata, do reto e do intestino. Também existe a relação entre o câncer de mama e a obesidade.

Até o dia quatro de fevereiro, a página da fundação no Facebook vai publicar informações para estimular uma vida saudável, a detecção precoce da doença, o alcance do tratamento para todos e a potencialização da qualidade de vida.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que, no mundo, 22 milhões de pessoas deverão descobrir que têm câncer em 2022 – quase o dobro dos 14,1 milhões diagnosticados em 2012. As mortes, que chegam a 8,2 milhões por ano, devem subir para 13 milhões. A OMS prevê ainda que as nações em desenvolvimento, incluindo o Brasil, serão as mais afetadas.

Da Agência Brasil

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