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Um cafezinho no bar da esquina, um almoço no self-service, talvez um lanche no meio da tarde e quem sabe um delivery de pizza à noite. A agenda cheia de compromissos faz muitas pessoas buscarem pela praticidade de se alimentar fora de casa. Mas, qual o custo desta facilidade? Quanto é possível economizar deixando de comprar comida pronta? Você acha que o dinheiro gasto é recompensado pelo fator comodidade? Será mesmo que você já colocou todos os gastos e benefícios na ponta do lápis? Se você costuma comer fora e nunca sobra dinheiro para investir no futuro, esse texto é para você repensar os seus hábitos e, já passado o carnaval, finalmente começar 2018 com saúde e o bolso cheio.

Alimentação em casa X Comer fora

Uma pesquisa do Ministério da Saúde, divulgada em 2014, mostrou que 60% dos alimentos com maior teor de gordura fazem parte da alimentação diária da população. Preparar refeições balanceadas em casa pode ser muito mais saudável. Você saberá quais ingredientes está colocando no prato, inclusive os temperos, a validade, se é fresco ou congelado. Fazer a própria comida também é uma terapia, uma forma de se conectar com si mesmo. Talvez a questão do tempo seja a principal contrapartida. Cozinhar em casa exige dedicação e tempo. A dica neste caso é uma verdade para a vida: tudo é uma questão de planejamento.

Afinal, quanto custa comer fora?

A empresa Sodexo, responsável por vários cartões de benefícios concedidos a funcionários de empresas, tem uma tabela com os valores disponibilizados nos cartões de refeição. A quantia mensal varia de acordo com a média de preços do endereço do emprego. Por exemplo, alguém que trabalha na região da Bela Vista, Consolação ou Jardim Paulista pode gastar diariamente R$ 26,37 (totalizando R$ 580,14 em 22 dias úteis), enquanto aquele que trabalha em São Miguel, Itaim Paulista ou Itaquera terá R$ 19,53 por dia -, totalizando R$ 429,69 mensais. Ambos valores consideram o prato feito mais sobremesa.

Mas, quanto será que sai um prato feito em casa? Essa conta pode variar bastante, mas podemos chegar em um valor médio. Aqui, vamos considerar que um prato feito contém arroz, feijão, carne, alface e tomate e, em média, pesa 500 gramas.

Lista de compras

– Arroz R$ 3,50 (1 kg)
– Feijão R$ 4 (1kg)
– Carne bovina R$ 20 (1kg)
– Alface maço R$ 3 (1 maço = 5 saladas)
– Tomate R$ 5 reais (1kg)
Total: R$ 35,50

Prato por refeição

– Arroz 100gr = 0,35
– Feijão 100gr = 0,40
– Carne 120gr = 2,40
– Alface para uma salada = 0,60
– Tomate 20g = 0,10
Total: R$ 3,85

 

Em cinco dias, seriam gastos 19,25, ou seja, menos do que o valor gasto por dia na cidade de São Paulo. Um total de 80,30 por mês, frente aos 580,14 apontados pelo Sodexo.

Ainda que fizermos a soma de gastos como gás, uso de detergente e água (para lavar os pratos), até uma fruta de sobremesa, teremos no máximo algo em torno de R$ 5. Uma economia diária de 21,37, considerando os gastos médios na região da Bela Vista, Consolação ou Jardim Paulista, ou de R$ 14,53 considerando a região de São Miguel, Itaim Paulista ou Itaquera. Incrível, não?

Acima temos a média de valores de duas regiões bem distintas. Então, vamos usar a média da cidade de São Paulo, também apontada pela Sodexo, que é de R$ 23,07. Neste caso, a economia diária é de R$ 18,07.

Agora calcule que, além da economia diária, quanto dinheiro você pode estar deixando de ganhar por não investir? A conta abaixo vai mostrar que o conforto momentâneo de comer sempre na rua pode estar sacrificando suas férias ou uma vida mais tranquila a longo prazo.

Economizando R$ 18,07, em 22 dias úteis você terá poupado 397,54. Arredondando para R$ 400 e investindo essa quantia todos os meses no Tesouro Selic, durante 12 meses, você terá 4.940,88. Ou seja, são quase cinco mil reis ao fim de um ano, só deixando de comer fora de segunda a sexta.

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*Os valores dos alimentos foram pesquisados em 22/02/2018

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