jardins comestíveis
Foto: Divulgação | Diagonal
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Um projeto de jardins comestíveis está sendo desenvolvido no Parque Lajeado, localizado em Guaianases, zona leste de São Paulo. A iniciativa é uma parceria entre o Fértil Coletivo e o Urbia e tem como objetivo levar alimentação saudável para a comunidade, que vai aprender os princípios da permacultura enquanto cuida do jardim.

Esse é mais um dos projetos do Fértil Coletivo que une permacultura e land art, desenhos artísticos desenvolvidos com elementos da própria natureza em espaços públicos para abrigar iniciativas de alimentação. O coletivo nasce da união do artista Jean Paul Ganem com a permacultora Bia Goll, para inspirar e envolver as pessoas em experiências práticas e sensoriais.

jardim comestível
Jardim comestível na Fazenda Urbana de Curitiba. Foto: Levy Ferreira | SMCS

Para este projeto, Jean Paul Ganem desenhou canteiros ornamentais que serão montados por meio de oficinas de cocriação com a comunidade, sob a coordenação da Bia Goll, e posteriormente expostos para os visitantes do Parque Lajeado.

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Durante o mês de exposição da obra no parque, serão oferecidas oficinas de ecogastronomia e permacultura para comunidade, aproximando as pessoas do parque e da natureza. Ao final do projeto, entre junho e agosto de 2022, os caixotes serão doados para que os visitantes possam cuidar da sua horta em casa.

Projetos como esse são importantes, pois além de aliar prática e informação sobre alimentação e cultivo, também envolve arte, trazendo muitos benefícios para a população. “É necessário que tenhamos ambientes belos e inspiradores na cidade para manter nossa saúde física, mental e espiritual”, explica a permacultora Bia Goll.

jardins comestíveis
A permacultora Bia Goll trabalhando no início do projeto com moradores de Guanazes. Foto: Divulgação | Diagonal

“Precisamos ampliar o acesso à comida orgânica para todos, por meio da conscientização de que é possível que diferentes espaços possam ser utilizados para fazer jardins comestíveis, para além de apenas canteiros ornamentais”, completa Bia.

O projeto tem o apoio da Diagonal, consultoria no planejamento e gestão de projetos de impacto socioambiental nos setores público e privado, por meio da por meio da lei de incentivo fiscal do Pro-Mac.

“Acreditamos que a relação entre as pessoas e seu ambiente é fundamental para gerar sentido tanto individual quanto coletivo e que trabalhar na integração do humano e seu território é um caminho para a transformação”, diz Kátia Mello, co-fundadora e co-presidente da Diagonal.

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