O projeto Árvore Generosa comemorou o marco de 100 mil árvores nativas doadas para a cidade de São Paulo. O resultado só foi atingido com parcerias entre entidades, profissionais e voluntários que, ação após ação, contribuíram para tornar esse sonho realidade.

Desenvolvido em 2016 como um projeto do Instituto Olinto Marques de Paulo (IOMP), o Árvore Generosa tem a aspiração de fortalecer a relação entre as crianças e a natureza e o vínculo humano com as árvores por meio de ações educativas.

As ações ocorrem através da doação de mudas nativas em workshops realizados com escolas da rede pública e particular, mutirões comunitários e eventos com temática ambiental. “O objetivo é plantar uma árvore para cada criança da cidade de São Paulo. Não só o plantio na terra, mas principalmente no coração da criançada através do contato com a natureza”, diz Sara Assis, coordenadora do projeto.

O projeto já plantou 7.227 árvores e doou 115.209 mudas de espécies da Mata Atlântica como a aroeira-vermelha, cedro-rosa, canafístola e o aldrago.

Nova relação com as árvores

“O Árvore Generosa leva a importância das árvores e do cuidado que devemos ter com elas, seja através de vivências com distribuição de mudas, do plantio em si, e também do desenvolvimento de viveiros em escolas. O projeto promove experiências onde crianças, adultos e idosos desenvolvem uma nova relação com as árvores.”, disse Nik Sabey, parceiro do projeto e idealizador do Novas Árvores Por Aí.

Voltados para educação ambiental, diversos pais levam seus filhos para participarem das ações do projeto. “Em São Paulo as crianças não têm muita oportunidade de ter contato com a terra e com o verde. Por isso, é preciso conhecer para gostar e preservar. Isso é essencial para formação inicial da criança, para que ela se torne um adulto preservador e não um adulto destruidor”, afirma Dinane, mãe da Clara de 4 anos.

Saiba mais: arvoregenerosa.org.br

Fotos: Árvore Gerenerosa

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Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.