Tecnologia imita plantas aquáticas para produzir energia solar

O escritório britânico de arquitetura ZM inovou o formato e o sistema de obtenção da energia a partir do sol. A tecnologia foi apelidada de “Solar Lilly” e já recebeu premiações por ser considerada uma nova maneira de aproveitar os recursos naturais.

O escritório britânico de arquitetura ZM inovou o formato e o sistema de obtenção da energia a partir do sol. A tecnologia foi apelidada de “Solar Lilly” e já recebeu premiações internacionais de sustentabilidade, por ser considerada uma nova maneira de aproveitar os recursos naturais.

O equipamento também foi pensado para dar utilidades aos cursos d’água, sem agredir o meio ambiente. A Solar Lilly tem o formato de uma vitória régia gigante, com aproximadamente 30 metros de diâmetro. Ela é ancorada ao leito do rio e é equipada com pequenos motores internos que movem as placas para aproveitar melhor os raios solares.

A tecnologia foi testada pela primeira vez no rio Clyde, em Glasgow, Escócia. Segundo os fabricantes, o resultado da experiência foi bastante positivo e despertou interesse em outras localidades. Desde 2008, quando a então novidade ficou em segundo lugar em um concurso internacional, organizações da Ásia, Europa, Brasil e Coreia manifestaram a vontade de também utilizar a Solar Lilly.

Entre os benefícios deste modelo está o fato de as placas poderem ser desmontadas e transportadas para outros locais. Assim, o aproveitamento é sempre o máximo possível, pois elas podem ser instaladas nos ambientes com as condições mais propícias à produção da energia limpa.

Outro ponto importante é que a Solar Lilly não necessita de grandes áreas reservadas para a produção energética. Assim, não é necessário desmatar para construir uma fazenda solar e os equipamentos podem ser instalados em rios que passam em áreas próximas às comunidades. Com informações do TreeHugger.