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Bangladesh quer liderar produção de energia solar no mundo até 2020

O país tem usado os sistemas de energia solar doméstica para universalizar a eletrcidade.

30 de janeiro de 2015 • Atualizado às 09 : 21
Bangladesh quer liderar produção de energia solar no mundo até 2020

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O país asiático tem investido em sistemas solares para residências como estratégia para universalizar o acesso à energia elétrica. Dessa forma, Bangladesh pretende chegar a 2020 como o país com a energia solar mais abrangente do mundo.

Até o momento, 15 milhões de pessoas já foram beneficiadas pelo sistema residencial de energia solar. O esforço do governo consiste em usar desta alternativa para levar eletricidade às áreas rurais e locais que não estão conectados às redes de transmissão.

Conforme reportagem publicada na agência Reuters, mensalmente são entregues sistemas fotovoltaicos a uma média de 50 a 60 mil famílias bengalesas. A estatal Companhia de Infraestrutura e Desenvolvimento Ltda. (IDCol) é a responsável pelo projeto e conta com o apoio de outras 47 empresas parceiras.


Foto: ILO/FLickr

Desde 2003, quando o programa governamental teve início, 3,5 milhões de sistemas foram instalados. O país já tem 10% de toda a sua população sendo alimentada por energia solar. Além das mudanças sociais, a estruturação tem gerado benefícios ambientais.

Os primeiros painéis fotovoltaicos chegaram ao país em 1996. Desde então, a energia solar colaborou para que a nação deixasse de usar 200 mil toneladas de querosene ao ano. Mas, isso só foi possível graças aos incentivos governamentais, que reduziram os custos dos equipamentos. Atualmente, um painel de cem watts custa, em média, US$ 640. O governo também oferece juros baixos para que as empresas possam importar o material a ser usados dentro do país.

Redação CicloVivo

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