Com o aumento da tarifa de eletricidade residencial em todo país, ficando em média 25% mais cara, os consumidores buscam alternativas para economizar na conta de luz. Além das medidas de uso consciente dos chuveiros e eletrodomésticos, a troca das lâmpadas fluorescentes pelos modelos de LED reduzem o consumo e os gastos com energia em até 85%.

Em recente estudo realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), a modernização do sistema de iluminação – público e privado – poderia fazer o consumo de energia cair dos atuais 20% para 10% do total consumido no país, além de trazer redução de custo para todos os setores.

O LED é o que há de mais moderno por não poluir o meio ambiente e não dissipar calor, o que é ideal em ambientes com ar condicionado. "Essa tecnologia tem um retorno de investimento muito rápido e quanto mais cara a energia estiver, melhor a situação para a troca por versões mais econômicas", diz Vagner Lourenço, diretor comercial da Taschibra, indústria catarinense do ramo de iluminação. Além disso, o executivo revela que os preços dos produtos caíram mais de 50% desde o ano passado, tornando o produto mais atrativo para o consumidor.

Segundo o diretor administrativo da Abilux, Marco Martins Poli, a procura por alternativas que consumam menos energia é uma tendência para o ano e as lâmpadas fluorescentes compactas, que hoje lideram as vendas do setor, perderão cada vez mais espaço. "Hoje as lâmpadas de LED respondem por cerca de 8% das vendas do mercado, mas este ano essa participação deve ficar entre 10% e 12%", estima Poli.

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Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.