Construtora investe em arborização e mobilidade urbana
Em 2026, Cury plantará 15 mil árvores em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de ampliar rede de ciclovias e bicicletários
Em 2026, Cury plantará 15 mil árvores em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de ampliar rede de ciclovias e bicicletários
Mais do que entregar casas para as pessoas viverem, a Cury Construtora está investindo em ações que melhoram a qualidade de vida nas cidades onde constrói seus empreendimentos. Em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica a construtora lançou o projeto Raízes Cury, com o compromisso de plantar uma muda de árvore a cada duas unidades de empreendimentos lançadas, o que deve representar cerca de 15 mil novas árvores nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro até o fim de 2026.
Além disso, no dia 1º de abril, a Cury anunciou o Pedala Porto, projeto de mobilidade urbana como estratégia de movimento, que associa cultura, urbanismo tático, sustentabilidade e mobilidade. A iniciativa marca a consolidação da micromobilidade como infraestrutura estratégica para o novo ciclo residencial da região do Porto Maravilha, prevendo a revitalização de aproximadamente 9,5 quilômetros, e a implantação de dois bicicletários estratégicos na área central e portuária da cidade, com previsão de lançamento no segundo semestre.
O plantio de mudas ao longo de 2026 inclui a seleção de 100 espécies com o apoio da Fundação SOS Mata Atlântica, de acordo com a disponibilidade de mudas no viveiro e a necessidade de cada área de plantio, considerando fatores como sequestro de carbono, manutenção da biodiversidade e preservação de recursos hídricos. O processo envolve cuidados especiais, como a incubação e adaptação de clima e solo local para garantir o desempenho sustentável a longo prazo.

“A SOS Mata Atlântica realiza um trabalho respeitável em todo o país na preservação e recuperação da Mata Atlântica. E sabemos que, para além de mitigar o desmatamento, é preciso restaurar nossas florestas para garantir o crescimento sustentável de um ecossistema. Nosso compromisso, portanto, é continuar crescendo em nosso negócio com a responsabilidade de contribuir para a regeneração ambiental e um país mais sustentável para as futuras gerações”, afirma Leonardo Mesquita, Vice-presidente de negócios da Cury.
Com o compromisso estabelecido, a companhia passa, então, a integrar o programa Florestas do Futuro, que reúne sociedade civil, setor privado, proprietários de terras e poder público em projetos de restauração florestal.
De acordo com Rafael Bitante, Gerente de Restauração Florestal da SOS Mata Atlântica, atualmente, a média de cobertura original da Mata Atlântica é de aproximadamente 24%. “Olhando para dados como esse, fica evidente que a restauração é urgente e inegociável. Por isso, contar com a parceria de empresas comprometidas com a recuperação e restauração da floresta a longo prazo, é saber que temos uma alavancagem na chance de reduzir os riscos atuais e futuros das mudanças climáticas e desabastecimento de água”, comenta o Rafael Bitante.
Desde seu lançamento, em 2004, pela SOS Mata Atlântica, já foram plantadas 40 milhões de mudas em mais de nove estados e 550 municípios, que ajudaram a remover 6,5 milhões de toneladas de CO2 da atmosfera.

“A parceria com a SOS Mata Atlântica é um endosso que cada espécie terá um destino adequado, desde a sua incubação, que é essencial para assegurar a germinação adequada, o enraizamento e a saúde da árvore, até o transplante para o local definitivo. E é nesse local que elas vão crescer e serem monitoradas pela fundação, a fim de garantir longevidade a cada espécie, que vai cumprir sua função ecológica dentro da biodiversidade da Mata Atlântica”, explica Regina Santos, Gerente de sustentabilidade da Cury.
Para acompanhar o desempenho de plantio e compensação de carbono, a Cury disponibilizará a cada 5 anos um relatório de sustentabilidade.
O projeto Pedala Porto investe na mobilidade urbana como ferramenta para promover saúde, cultura, urbanismo tático, sustentabilidade e mobilidade. A iniciativa inclui o investimento em infraestrutura de micromobilidade para o novo ciclo residencial da região do Porto Maravilha: revitalização de aproximadamente 9,5 quilômetros de ciclovias e implantação de dois bicicletários estratégicos na área central e portuária da cidade, com previsão de lançamento no segundo semestre. Ao longo do trajeto será traçado um circuito de arte urbana para apreciação dos ciclistas, além de locais estratégicos para intervenções.

Concebida pela Visionartz, responsável também pela identidade e gestão do Pedala Porto,o projeto conta com a Cury Construtora como como patrocinadora master, com um investimento de cerca de R$ 2,5 milhões. A iniciativa é viabilizada por meio de um acordo de cooperação com a Prefeitura do Rio, via Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos (CCPar).
“O Porto deixou de ser um projeto e passou a ser um território pulsante com novos moradores — e isso exige uma nova camada de infraestrutura, mais próxima das pessoas. Infraestrutura, cultura e mobilidade ativa integradas no coração da cidade. A mobilidade ativa entra como base dessa transformação, não só conectando pontos, mas reconectando as pessoas com a rua, com o território e com a experiência de viver a cidade”, afirma André Bretas, fundador da Visionartz, empresa brasileira que celebra 15 anos de uma atuação que tem como mote utilizar-se da arte urbana como alavanca de transformação social e econômica.
Após a reestruturação urbana iniciada na última década, o Porto Maravilha passa por um processo de consolidação residencial, com novos empreendimentos sendo entregues e moradores ocupando de forma permanente o território. Com a mudança no perfil da região, cresce a demanda por infraestrutura voltada a deslocamentos de curta distância e integração com o transporte público, especialmente o VLT.

“A consolidação do Porto como bairro exige soluções de mobilidade que dialoguem com o cotidiano dos moradores. A revitalização cicloviária integra esse processo”, pondera Leonardo Mesquita, vice-presidente de negócios da Cury.
A estratégia da Cury já incorpora a lógica da micromobilidade em seus empreendimentos. No lançamento do Luzes do Rio, no Porto Maravilha, a construtora firmou parceria com a empresa Lev para oferecer cerca de 1.600 bicicletas elétricas aos compradores das unidades, integrando mobilidade sustentável ao conceito do condomínio.

Inspirado em experiências nacionais e internacionais que priorizaram mobilidade ativa em áreas centrais, o Pedala Porto posiciona a bicicleta como elemento estruturante do novo ciclo urbano do Porto Maravilha.
Para além de uma intervenção física, o Pedala Porto amplia essa lógica para o território, estabelece uma plataforma de ativação territorial voltada à consolidação do bairro como espaço habitável, conectando moradia, infraestrutura urbana e deslocamentos sustentáveis, promovendo a reconexão entre as pessoas e a rua, e o trajeto em uma experiência de contemplação, garantindo qualidade de vida e a sensação de pertencimento entre os moradores locais.