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Financiamento coletivo ajuda a tirar do papel projetos transformadores

Existem inúmeras boas ideias com potencial para transformar comunidades. O crowdfunding ajuda a torná-las realidade.

6 de julho de 2016 • Atualizado às 16 : 18
Financiamento coletivo ajuda a tirar do papel projetos transformadores

O financiamento coletivo tem sido o pontapé inicial para novos negócios, projetos sociais, desenvolvimento de novas tecnologias e até mesmo campanhas eleitorais. | Foto: iStock by Getty Images

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Você já ouviu falar em “financiamento coletivo”? Apesar de estar relacionado a dinheiro, o termo não tem quase nada a ver com uma ida ao banco e o início de uma nova dívida. O crowdfunding, que no Brasil ganhou o nome de Financiamento Coletivo, é uma ferramenta que ajuda a reunir o apoio financeiro de pessoas que acreditam em um projeto ou produto. Se você está se perguntando o que isso tem a ver com sustentabilidade, logo vai entender que os dois andam juntinhos.

Existem inúmeras boas ideias com potencial para transformar comunidades, vidas e até serem extremamente rentáveis que estão espalhadas pelo mundo. O problema é que, na maior parte das vezes, elas continuam no papel por não terem verba suficiente para virarem realidade. A proposta do financiamento coletivo é apresentar esses projetos e usar a força de todas as pessoas que acreditam nele para coloca-lo em prática.

Parece difícil, mas não é. Existem muitas plataformas que permitem a exposição das ideias e produtos para a arrecadação. Um desses exemplos é a Eco do Bem, que se dedica exclusivamente a projetos que tenham como objetivo tornar o mundo um lugar melhor. Nesses espaços, os projetos são apresentados, os criadores compartilham todos os detalhes de seu negócio e buscam apoiadores.

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Imagem: iStock by Getty Images

Um ponto interessante do crowdfunding e uma das características que mais o diferenciam de um financiamento comum é que ele envolve pessoas e não instituições financeiras. Os apoiadores podem colaborar com valores simbólicos ou com quantias grandes, de acordo com a sua possibilidade. Em contrapartida, os criadores não ficam presos aos empréstimos, no lugar disso, eles se comprometem, além da realização do próprio projeto, com as recompensas destinadas aos colaboradores como forma de agradecimento pelo investimento que foi feito.

“O financiamento coletivo vai muito além de arrecadar fundos: ele cria um verdadeiro círculo positivo por meio de mobilização, engajamento e comunicação”, esclarece Izabella Ceccato, fundadora e sócia-diretora da Eco do Bem.

O financiamento coletivo e a sustentabilidade

O crowdfunding e a sustentabilidade se encontram em muitos aspectos. A valorização das comunidades e o empoderamento econômico são dois exemplos. Mas, em cada projeto ela pode ser ainda mais presente. Se a ideia for um livro ou produto, por exemplo, é possível usar o financiamento coletivo como uma pré-venda do material. Com a verba arrecadada, a produção já tem a venda garantida, evitando excedentes que geram perda de dinheiro e de materiais.

Para projetos ambientais e sociais, acreditar na força das pessoas e não das instituições agrega valor e engajamento com as causas, o que aumenta o seu alcance, além de garantir independência dos interesses empresariais.

Imagem: iStock by Getty Images

Imagem: iStock by Getty Images

Em todo o mundo o financiamento coletivo tem sido o pontapé inicial para novos negócios, projetos sociais, desenvolvimento de novas tecnologias e até mesmo campanhas eleitorais, que trocaram os investimentos de grandes corporações por um modelo mais participativo e igualitário.

Projetos

Se você quer conhecer projetos que estão em busca de financiamento coletivo para virarem realidade ou tem uma ideia para melhorar o mundo, clique aqui.

“O Eco do Bem, financiamento coletivo, faz com que as doações não ajudem apenas o projeto apoiado, mas também milhares de outras pessoas e o Planeta. Além disso, é incrível ter o privilégio de proporcionar para aqueles que ainda tem seus projetos no papel a chance de concretizar e realizar seus sonhos”, finaliza Izabella Ceccato.

Por Thaís Teisen – Redação CicloVivo

 

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