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O peixe-boi está entre os animais ameaçados e que podem estar em extinção já nos próximos 40 anos. Para impedir que isso aconteça, a Organização das Nações Unidas (ONU), através de seu programa para o meio ambiente (Pnuma) lançou um projeto de preservação do peixe-boi no Oceano Pacífico.

Estes mamíferos aquáticos habitam normalmente regiões costeiras com água quente, pois eles não sobrevivem em temperaturas inferiores a 15ºC. No Brasil eles também são encontrados na região amazônica, em água doce.

O fator de maior perigo para os peixes-boi, não são os predadores naturais, mas sim a caça e também a pesca predatória feita com o intuito de capturar outros peixes e que acabam matando os animais desta espécie. No Brasil os problemas são os mesmos, a caça ilegal e a pesca predatória que atinge a vulnerabilidade do animal diante das redes que são lançadas nos rios. O período de seca que ocorre na região norte do país também serve para agravar essa situação.

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A preocupação é ainda maior pelo fato de que esses mamíferos possuem baixa taxa reprodutiva. A gestação demora 13 meses e não é comum nascer mais de um filhote.

A decisão da ONU foi anunciada justamente em 2011, quando é comemorado o Ano do Peixe-Boi no Pacífico. O animal tem extrema importância para a manutenção marinha pelo fato de ser o único mamífero aquático herbívoro. Diariamente eles podem chegar a comer o equivalente a 10% de seu peso, somente em algas, aguapés e outras vegetações aquáticas. O peixe-boi também coopera para a proteção de outros animais, como baleias, golfinhos e tartarugas. Com informações do G1.

Redação CicloVivo

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