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O primeiro semestre de 2010 ficou marcado por uma série de desastres naturais espalhados por diversas regiões do planeta.  Foram chuvas, enchentes, terremotos, aumento das temperaturas, tsunamis, incêndios, entre outras coisas, que deixaram muitas vítimas e destruição.

O Portal Exame publicou na última segunda-feira (30), uma matéria especial que mostra sete das piores catástrofes ocorridas neste ano. Algumas pessoas acreditam que elas sejam consequências das mudanças climáticas e da ação do homem, outros não enxergam relação alguma entre as duas coisas. O certo é que os cientistas alertam para os riscos que a humanidade vem sofrendo, e que os mais prejudicados são as pessoas pobres que vivem em áreas vulneráveis.

Em 12 de janeiro de 2010 aconteceu um dos piores desastres do ano. Um terremoto atingiu o Haiti, matou 250 mil pessoas e deixou 1,5 milhão de desabrigados. O local mais atingido foi a capital Porto Príncipe, quase totalmente destruída. O país é o mais pobre das Américas e a situação que já era ruim, ficou ainda pior, com a escassez de água potável, alimentos e remédio.

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Recentemente países orientais foram atingidos por fortes chuvas que causaram estragos imensuráveis e levaram à morte milhares de pessoas. A China faz parte desta lista, mas o país em piores situações foi realmente o Paquistão. Foram 1,5 mil mortos em território paquistanês e cinco milhões de desabrigados. As enchentes destruíram aproximadamente 14% das terras agrícolas do país e o número de mortos pode ser ainda maior, por causa da quantidade de pessoas desaparecidas.

O terremoto que atingiu o Chile na madrugada do dia 27 de fevereiro teve consequências tão grandes, que pode até mesmo ter afetado a rotação da terra. Pesquisadores da Agência Espacial Norte Americana estimam que o tremor tenha sido responsável pela diminuição de 1,26 microssegundos e alteração de 8 centímetros no eixo da Terra. Os prejuízos econômicos podem ter chegado a 30 bilhões de dólares e pelo menos 1,5 milhão de residências foram destruídas.

A loucura dos termômetros foi outro desastre e afetou, até mesmo, os países europeus. O inverno havia chegado forte, trazendo temperaturas de até 34 graus negativos, em compensação, quando o verão chegou, trouxe uma onda incessante de calor.  A Rússia teve temperaturas de até 44ºC, o que causou incêndios e afetou 25% da safra de grãos do país. A tava de mortalidade aumentou muito e a população sofreu com diversas doenças causadas pelo calor e pelo tempo seco.

O vulcão islandês Eyjafjallajokull despertou antes de nós. Ele estava adormecido há 200 anos e entrou em erupção no dia 14 de abril. A fumaça expelida por ele era tão intensa que impediu o trafego aéreo em mais de 20 países da Europa.

O inverno atípico, com recordes de temperaturas baixas, alcançou também a América. Nem mesmo os países acostumados com temperaturas amenas escaparam da onda de frio que chegou a marcar 24 graus negativos e acabou com diversas plantações, dizimou animais, congelou a água e causou doenças em grande parte da população.

Com informações do Portal Exame

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