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O desenvolvimento das pesquisas marítimas no Brasil caminha a passos lentos, devido à falta de especialistas em ciência do mar. O assunto foi pauta na 62° reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso e Ciência (SBPC), em Natal. Como motivo da escassez de especialistas, os pesquisadores apontam a falta de atrativos direcionados à área acadêmica.

Os números mostram que o segmente está muito defasado em relação às outras áreas. Entre 1968 e 2008, apenas 6.725 estudantes se formaram em cursos direcionados à ciência do mar. Os especialistas têm duas explicações para isso: falta de atrativos e altos custos para as pesquisas realizadas em alto mar.

É possível que o cenário tenha alguma mudança, por consequência dos altos investimentos e interesse em exploração de petróleo e pré-sal. A preocupação com o aquecimento global e com os impactos gerados por ele pode favorecer o aumento de cursos voltados aos estudos marinhos.

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A reunião anual realizada em Natal contou com a participação do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende. Ele aproveitou a oportunidade e a importância do evento, para destinar uma verba de R$ 30 milhões para a construção de dois centros focados somente em ciência do mar.

Com informações da Info Online

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