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A Associação Americana para o Avanço da Ciência informou que as mudanças climáticas podem proliferar as doenças transmitidas pela água. As pesquisas usadas como base para o estudo mostram que o aquecimento colabora para a proliferação de algas tóxicas, bactérias e outros micróbios nocivos aos humanos.

Um estudo feito pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (Noaa) desenvolveu diferentes cenários de como as mudanças climáticas podem interferir nos ambientes marinhos e nos oceanos. Em todos os casos o resultado foi negativo. Nos oceanos, por exemplo, a floração de Alexandrium catenella, ou “maré vermelha”, como é popularmente conhecida, pode ocorrer por muito mais tempo do que acontece atualmente. A toxina acumulada em mariscos pode causar paralisia e até morte aos humanos que se alimentarem de alguma espécie contaminada.

Stephanie Moore, uma das cientistas da Noaa, explicou que as projeções seriam de que até o fim do século 21 as florações comecem até dois meses antes e persistirem até um mês depois do período atual, que vai de julho a outubro.

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Porém, a pesquisa mostra que mesmo antes desse prazo os reflexos das mudanças já serão sentidos. Na costa do estado americano de Washington, por exemplo, os cientistas se preparam para chegar a situação de risco já na próxima década.

Outra pesquisa, feita por cientistas da Universidade da Geórgia, alerta para o depósito de areia do deserto nos oceanos. O estudo mostra que, por conter ferro, essa areia estimula o crescimento de uma bactéria chama Vibrios, que causa doenças infecciosas aos humanos. Com informações da Folha.

Redação CicloVivo

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