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Uma startup italiana desenvolveu o SunnyBot, um robô capaz de armazenar os raios de sol e direcionar a luz para vários pontos, iluminando-os. Apesar de parecer um equipamento simples, a máquina dispensa o consumo de eletricidade convencional e pode ser usada em localidades que não têm acesso à rede elétrica. Além disso, o SunnyBot pode aumentar o desempenho de equipamentos movidos a energia solar, como carregadores de aparelhos eletrônicos.

Embora considerado como robô, o Sunnybot desempenha uma função bem simples: ao longo do dia, o dispositivo inteligente identifica o ângulo de captação dos raios solares automaticamente, e repete a tarefa, acompanhando as posições do sol enquanto está claro. Assim, com o auxílio do equipamento, os usuários se apropriam da luz natural para iluminar os locais desejados, eliminando o uso da corrente elétrica ou das pilhas, que abastecem lâmpadas e lanternas.

O SunnyBot ainda conta com células solares que alimentam seu funcionamento. Assim, o equipamento depende exclusivamente dos raios solares para desempenhar suas funções – mas, de acordo com a Solenica, startup que desenvolveu o dispositivo, é necessário que o SunnyBot seja instalado em áreas bem iluminadas, para garantir que a luz será projetada com a devida intensidade.

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Ainda de acordo com os criadores, o dispositivo tem o mesmo potencial de iluminação de uma lâmpada de 500 watts, e pode projetar a luz natural aos pontos distantes em até 200 metros. Totalmente sustentável, a energia gerada pelo SunnyBot também pode ser usada para carregar celulares e outros gadgets.

Além da iluminação convencional, o equipamento também pode ser aproveitado para fornecer luz às plantações em estufas ou para hortas instaladas na parte interior das casas. O SunnyBot está em fase de captação de recursos no Kickstarter, plataforma online de financiamento coletivo, e, agora, o objetivo dos italianos é angariar mais de trezentos mil dólares para viabilizar o projeto. Até o fim do ano, as primeiras unidades do robô deverão ser comercializadas, mas o preço final ainda não foi definido. Com informações do TechCrunch.

Redação CicloVivo

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