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Cerca de 53% do CO2 veicular vem dos motores à combustão, segundo o site Notícias Automotivas. Em contrapartida, crescem no mercado os veículos elétricos ou híbridos, uma alternativa para que esta porcentagem de poluição seja reduzida no Brasil.

A procura por carros menos poluidores e confortáveis ao mesmo tempo aumentou. O mercado automobilístico atento à economia e ao meio ambiente busca suprir esta demanda.

Assim como as empresas, os clientes não querem “perder” dinheiro. Assim, a tecnologia tem sido aliada na estratégia de apresentar conforto, menos poluição e menos desperdício de combustível. Uma das táticas é reduzir o tamanho dos veículos. Quanto menores mais eficientes.

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Neste setor, os compactos e os elétricos são os que mais chamam atenção. Este último está um pouco à frente, pois não necessita de gasolina para a locomoção. Ter um carro que roda sem gasolina é o sonho de muitos brasileiros, principalmente, devido ao alto custo de combustível para se manter um carro atualmente.

A questão financeira atrai muitas pessoas, mas é também o meio ambiente que ganha com este crescente mercado. Os carros elétricos estão se desenvolvendo no ramo, pois não emitem poluente na atmosfera e são completamente silenciosos.

Nos Estados Unidos, chegaram às concessionárias o elétrico Nissan Leaf e o híbrido Chevrolet Volt, em dezembro de 2010. O Leaf, 100% elétrico, é movido por baterias de íon lítio. O Leaf é o primeiro modelo elétrico dos Estados Unidos e Japão. O objetivo da Nissan é lançá-lo mundialmente até 2012.

Muitos, no entanto, reclamam da pouca autonomia, pois o carro roda apenas 165 quilômetros a cada carga. Lembrando que apesar de muitos motoristas não chegarem a esse limite diário, eles abominam a limitação.

Neste quesito os híbridos recarregáveis, como o Volt da GM, levam vantagem. Tal modelo anda 64 quilômetros com bateria e outros 500 quilômetros com 35 litros de gasolina, e pode ser recarregado em qualquer tomada.

Pelo menos vinte modelos recarregáveis devem ser lançados até 2013, segundo reportagem da Folha de São Paulo, a exemplo dos já existentes: Renault Kangoo ZE, Mercedes-Benz Vito E-Cell e a versão elétrica do Ford Focus.  

A competição com a gasolina é abrandada devido ao custo. A energia ainda é muito cara, custando de dez a 20mil dólares cada pacote de baterias de íon lítio. No entanto, o presidente da Renault-Nissan, Carlos Ghosn, em entrevista à Folha, disse que este ramo deve alcançar 10% do mercado automotivo até 2020.

Como incentivo à adoção do carro elétrico no Reino Unido, a Nissan fornecerá aos proprietários do LEAF, em toda a capital britânica, acesso livre aos pontos de recarga rápidos da cidade, durante 12 meses. Para participar os ingleses precisam adquirir um veículo 100% elétrico da Nissan até 31 de dezembro de 2011.Com informações da Folha, Jornal da Manhã e site Notícias Automotivas.

Redação CicloVivo

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