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A capacidade brasileira de produção de energia solar é imensa. No nordeste do país a radiação é compatível com as melhores regiões mundiais. Porém, ainda é pouco inexplorada, possuímos apenas uma usina fotovoltaica localizada em Rondônia.

Os especialistas em energias alternativas atribuem a pouca popularidade da energia fotovoltaica aos altos custos. Outro problema que impede a maior procura pelos geradores desse tipo de energia é que as placas fixas absorvem somente 20% na energia total emitida pelo sol.

O professor Alceu Ferreira Alves, da Faculdade de Engenharia de Bauru (Unesp) desenvolveu uma placa de absorção de energia solar que acompanha o sol durante todo o dia. Baseado cálculos ligados ao movimento terrestre, o professor criou um sistema que movimenta a placa um grau a cada quatro minutos. A energia gasta para esse movimento é mínima e, por outro lado, o resultado na captação de energia é cerca de 53% maior do que o método convencional.

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O sistema desenvolvido na Unesp ainda não está à venda, mas o criador garante que será mais barato que os modelos atuais que não são fixos e eles esperam aperfeiçoá-lo ainda mais.

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