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Um forno aquecido pelo sol tem ajudado 250 famílias do deserto do Chile a prepararem suas refeições. O aparato foi concedido pela ONU, que gastou 110 dólares em cada um dos fogões solares, distribuído aos chilenos.

Estima-se que haja de um a dois milhões de unidades da invenção espalhados pelo mundo. Esse número tende a crescer ainda mais, a partir da criação de um norueguês chamado Jon Bohmer, que fez um modelo do forno feito de papelão, que custa apenas sete dólares.

O forno de Bohmer pode ser feito por qualquer pessoa, por necessitar somente de materiais simples para a sua confecção. Basta envolver internamente uma caixa de papelão com material reflexivo, como o papel alumínio, colocar isoladores térmicos no fundo da caixa – para isso podem ser usadas folhas de jornal amassadas – colocar dentro uma caixa de papelão menor pintada de preto, usar um termômetro e uma panela escura. Para complementar e garantir que o calor não se dissipará, usa-se uma tampa de vidro.

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Alguns céticos não acreditam que o fogão solar realmente funcione. Porém, diversos testes estão sendo feito, liderados pela chef Michaela Borghese, que acredite e inclusive, já fez polenta no forno e uma torta com massa amanteigada.

Normalmente o custo para comprar um aparelho desses, feito com painéis de alumínio e outras coisas duráveis, gira em torno de cem dólares, mas nas regiões pobres, o preço pode chegar a 40 dólares, graças aos subsídios.

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