As impressoras 3D estão cada vez mais populares e eficientes. O desenvolvimento deste tipo de tecnologia tem facilitado diversos tipos de produção, inclusive relacionadas à medicina. Prova disso é a história de Derby, um cãozinho que nasceu com uma má formação nas duas patas da frente, mas que agora pode andar normalmente.

A transformação na vida deste animal começou quando norte-americana Tara Anderson, diretora de gerenciamento de produtos na empresa 3D Systems, viu Derby em um site de adoção de animais. A deficiência do cão a comoveu e ela decidiu que tinha que ajudá-lo de alguma forma.

A primeira opção foi a cadeira de rodas adaptada para cães. Um acessório simples e bastante usado para devolver parcialmente a mobilidade de animais com dificuldade de locomoção. No entanto, este ainda não era o modelo ideal. Derby não conseguia correr e Tara achava que eles poderiam ir muito além.

Assim, a equipe de desenvolvimento da empresa capturou as dimensões do corpo de Derby e trabalhou na produção de uma prótese exclusiva e personalizada para o cãozinho. As vantagens de utilizar uma impressora 3D em casos como esse, são imensas, principalmente em termos de eficiência no uso da matéria-prima e também na adaptação para o tamanho e dimensões ideais e perfeitas para seu uso.

O projeto deu certo e, com a nova prótese, agora Derby tem vida normal, podendo correr na rua como qualquer outro cão completamente saudável. De acordo com os pais adotivos, o cãozinho percorre diariamente de três a cinco quilômetros com facilidade e sem se cansar.

Veja o vídeo dessa história:

Por Thaís Teisen – Redação CicloVivo

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Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.