A FedEx Express, maior empresa de transporte expresso do mundo, realiza, pelo quinto ano consecutivo, a reciclagem dos uniformes antigos de seus funcionários e os transforma em cobertores para doação. O projeto visa proporcionar o descarte correto das peças, considerando fatores sociais, econômicos e ambientais. Desde o início do programa, mais de 20 instituições e 8 mil pessoas já foram beneficiadas.

Neste ano, o volume de uniformes recolhidos nas filiais da FedEx Express foi 17% maior em comparação com o ano passado, o que permitiu à empresa aumentar a produção de cobertores em 22,7%, para 2.700 peças. Deste total, 2.000 unidades estão sendo destinadas para pessoas carentes. O restante são peças desenvolvidas especialmente para aquecer animais que vivem em abrigos. Esse é o terceiro ano que a empresa destina parte da produção para essa finalidade.

Uniformes antigos

A iniciativa de reciclagem tem o benefício adicional de não destinar os uniformes para incineração ou aterros sanitários. Segundo a Retalhar, negócio socioambiental especializado no desenvolvimento de projetos para a destinação correta de uniformes, a ação impediu a liberação de cerca de 62 toneladas de gases de efeito estufa somente na edição deste ano.

O programa conta, ainda, com os esforços voluntários de colaboradores da empresa para entregar as peças, reforçando o compromisso da FedEx Express com as comunidades onde opera. “Ao transformar uniformes em cobertores, conseguimos proporcionar um descarte produtivo das peças e impactar positivamente a comunidade local. A FedEx Express tem orgulho de realizar essa iniciativa anualmente, aumentando o número de cobertores doados a cada ação”, disse Gustavo Kornitz, diretor de Marketing da FedEx Express para o Brasil.

Em 2019, o programa completa cinco anos. Até agora a FedEx Express arrecadou mais de 35 mil peças de uniformes de seus funcionários, o que resultou na produção e na doação de 8.290 cobertores tradicionais e modelo pet.

O Projeto Meias do Bem, idealizado pela Puket, também transformou somente neste ano, 40 toneladas de meias velhas, usadas e sem par em 40 mil cobertores.

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Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.