Todos sabem que é importante praticar atividades físicas, mas muitas pessoas não conseguem seguir uma rotina de exercícios. Quem não encontra prazer no que faz acaba por ficar desmotivado e desistir facilmente. No entanto, é preciso buscar uma alternativa, afinal, uma vida sedentária pode trazer inúmeros malefícios à saúde.

A psicóloga do esporte Marisa Agresta sugere quatro tipos básicos de características de personalidade que ajudam na escolha da atividade física:  

Executivos: São os tipos de pessoas que gostam de ordem e resultados. Esses devem buscar atividades que apontam caminhos para melhorias com resultados em curto prazo. Exemplo: Musculação com planilhas de treino, pilates (por ser um exercício programado), tênis e golfe.

Ativos: São pessoas que gostam de desafio, que procuram atividades que requerem energia. O ideal é praticar atividades como power-ioga, trekking, luta, basquete e futebol.

Pensativos: Se enquadram nesse perfil pessoas mais tranquilas, que buscam competência, perfeição. Nesse caso, é preciso praticar atividades introspectivas, como dança moderna, alongamento, mergulho e maratona.

Interativos: Como o próprio nome sugere, esses buscam a interação humana. Para tais pessoas, os melhores exercícios exigirão movimentos mais expressivos, de baixo impacto e tempos mais lentos. Exemplos: ioga, hidroginásica, caminhada e tai chi chuan.

A partir dessa relação de atividades é interessante buscar mais opções. Além da personalidade deve-se buscar aliar a rotina de exercícios com a rotina de trabalho. Por exemplo, quem desenvolve um trabalho estressante precisa extravasar energia. Por isso, não é recomendado fazer musculação. O ideal é buscar um tipo de atividade aeróbica, que ajude a aliviar a tensão, como correr, caminhar, nadar e pedalar.

Há também outras estratégias para ajudar a não desanimar: praticar exercícios próximos de casa ou trabalho e ter um amigo que faça o esporte. Com informações do M de Mulher.

Redação CicloVivo

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Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.