fasciaterapia
Foto: PIxabay

Uma terapia manual que, por meio de toques suaves e precisos, pode tratar desde problemas musculares e articulares a quadros de distúrbios do sono ou depressão. Pouco conhecida no Brasil, a fasciaterapia traz resultados consistentes tratando todos os tecidos do corpo por meio das fáscias, ou tecidos conjuntivos.

“As fáscias são tecidos fibrosos que servem de junção entre as diversas partes do corpo. Elas envolvem os músculos, ossos, artérias, vísceras (órgãos) e ligam todos estes elementos”, explica Lucy Aihara, fisioterapeuta e professora de educação física que atua há 11 anos como fasciaterapeuta e é coordenadora das Formações em Fasciaterapia, SP.

Criada pelo fisioterapeuta e osteopata francês Prof. Dr. Danis Bois professor catedrático na Universidade Fernando Pessoa (UFP) em Porto, Portugal.

A fasciaterapia libera tensões e bloqueios miofasciais, articulares e viscerais, restaurando o equilíbrio do corpo. Por meio da movimentação das fáscias, estimula-se a auto regulação do movimento interno do paciente. É um processo que envolve a parte física e psíquica, sendo indicada para uma gama enorme de problemas e patologias.

“Com a fasciaterapia, liberamos registros armazenados nas fáscias e trabalhamos para que o paciente aumente a percepção e consciência do seu próprio corpo. Ele torna-se então protagonista em seu processo de cura”, conta Lucy.

Além de problemas musculares, articulares e neuropatias, o método apresenta resultados positivos no tratamento de perda de vitalidade, cansaço crônico, problemas de sono, estados depressivos, estresse, ATM, zumbidos no ouvido, labirintites, problemas de circulação e patologia do envelhecimento.

“A Educação Perceptiva do Movimento complementa a fasciaterapia por meio da Ginástica Sensorial, método para análise, educação ou reabilitação do gesto, aplicado a diferentes áreas e este trabalho permite principalmente de reconectar-se consigo através do movimento”, explica Prof. Armand Angibaud, fisioterapeuta francês e mestre em Psicopedagogia da Percepção (UFP- Porto, Portugal).

Formação em fasciaterapia

Fisioterapeutas, psicólogos, professores de Educação Física, profissionais ligados ao movimento, massoterapeutas, terapeutas ocupacionais, pais ou cuidadores de crianças ou adultos com problemas neurológicos podem fazer cursos de formação em fasciaterapia para ampliar sua capacidade de atendimento.

Para mais informações, acesse www.fasciaterapiaepm.com

Para atendimento em fasciaterapia, envie um e-mail ([email protected]) ou uma mensagem por WhatsApp (+55 11 99649-6082) para Lucy Aihara.