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Festejos juninos, férias e copa do mundo aliados ao clima seco – característico dessa época do ano em São Paulo – podem transformar uma simples brincadeira numa tragédia! Soltar balões é crime e a Polícia Ambiental tem tido bastante trabalho esse ano.

A prática já fez muitas vítimas, destruiu casas, queimou florestas e matou muitos animais. Ao ser lançado no ar, o balão expõe todas as pessoas já que nunca se sabe onde e em que situações ele vai cair. Por isso é uma prática proibida por lei.  

E todo esse quadro se agrava nos meses de junho e julho por conta da estiagem das chuvas e ar mais seco, o que facilita a propagação de incêndios florestais que destroem a fauna e a flora. Há também o risco de incêndios nas áreas urbanas, em casas, postos de combustíveis, depósito de produtos químicos, galpões de reciclagem, além dos problemas ao tráfego aéreo.

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A Lei Federal 9.605 de 1998, chamada de Lei de Crimes Ambientais, proíbe a fabricação, a venda, o transporte e a soltura de balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação, em áreas ou qualquer tipo de assentamento urbano. A pena para este crime é a detenção de um a três anos, multa ou ambas.

Infelizmente, apesar dos esforços dos órgãos de segurança, anualmente são noticiados grandes incêndios que tiveram como causa a queda de balões.

Não fique passivo a essa situação, se você sabe de algum grupo que pratica esse crime denuncie!

Anote os telefones:

190 (Polícia Militar)

181 (Disque Denúncia).

0800 11 3560 (Disque Ambiente)

A denúncia é anônima.

Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo

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