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Na última sexta-feira o governo do Rio de Janeiro instalou a décima ecobarreira do estado. A estrutura, feita com garrafas PET, tem como objetivo reter as algas e o lixo flutuante dos rios, impedindo que eles sejam despejados na Baía de Guanabara.

A implantação das ecobarreiras faz parte do plano estratégico para a Olimpíada de 2016, a ser realizada na capital fluminense. A secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, explicou que, paralelo às instalações, o governo tem desenvolvido trabalhos de conscientização e educação ambiental com a população local.

As barreiras retêm algas marinhas e diversos resíduos sólidos, que são indevidamente, depositados nos rios. A estimativa é de que a estrutura, inaugurada na última semana, seja capaz de conter até 30 toneladas de lixo por mês.

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Boa parte desses resíduos será coletada por 67 catadores que trabalham na retirada de lixos das ecobarreiras. Assim, elas contribuem para a manutenção ambiental e também social da região. Enquanto a prefeitura se encarrega de retirar o lixo comum, os recicláveis são vendidos, gerando renda para os catadores.

As barreiras foram construídas com investimento privado ou provenientes de patrocínios. A última obra, instalada na região de Belford Roxo, foi custeada pela Coca-Cola, que investiu R$ 65 mil na estrutura.

Somente neste ano, foram retiradas 4,8 mil toneladas de lixo dos rios, graças às dez ecobarreiras instalados na região metropolitana. Deste montante, 67 toneladas puderam ser recicladas. De qualquer forma, o Insituto Estadual do Ambiente (Inea), responsável pelas barreiras, espera não precisar mais delas, pois pretendem deixar os rios limpos.

Com informações do Portal Exame e Inea

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