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British Petroleum: A explosão de uma plataforma de petróleo da empresa britânica British Petroleum, no dia 20 de abril, resultou em um vazamento de aproximadamente cinco milhões de barris de petróleo no mar do Golfo do México, nos EUA. Durante 106 dias o óleo vazou sem parar e nenhuma das medidas de contenção testadas pela empresa se mostravam eficientes.

A mancha de óleo se espalhou rapidamente pelas águas da costa americana. De todo o petróleo derramado nas águas, apenas 800 mil barris foram recuperados pela empresa britânica. A ação gerou polêmicas e protestos, liderados principalmente por ativistas ambientais.

Somente no dia 4 de agosto a BP conseguiu conter o vazamento. Os estragos, no entanto, foram enormes e, além de afetarem o meio ambiente, também prejudicaram a economia local. A petroleira foi condenada a pagar multas de mais de US$ 20 bilhões.

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Em agosto o presidente norte-americano, Barack Obama, nadou em uma das praias do Golfo do México para demonstrar que a região havia sido recuperada e estimular novamente o turismo e a economia da área situada entre a América do Norte e América Central.

China: Os chineses também sofreram com acidentes causados pela exploração do petróleo. Em 16 de julho uma explosão em um gasoduto na província de Dalian, provocou um incêndio que durou mais de 15 horas. A mancha negra espalhada pelo oceano, resultante do acidente, chegou a 183 quilômetros quadrados.

O país, que é atualmente o maior consumidor de petróleo do mundo, precisou usar 23 toneladas de bactérias decompositoras de petróleo para conseguir conter o vazamento que chegou às proximidades da divisa com a Coreia.

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