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No último domingo (20) o porta-voz do governo japonês, Yukio Edano, informou que o complexo nuclear de Fukushima será desativado. A radiação liberada pela usina após o terremoto ocorrido no último dia 11 alcançou a capital, Tóquio, e contaminou alimentos e a água.

Diante das análises que mediram os níveis de radiação nos arredores da cidade, as autoridades locais acharam por bem impedir que as crianças bebam água da torneira. Os níveis de radiação encontrados em Tóquio, onde moram 13 milhões de pessoas, foi superior ao dobro do limite considerado seguro para crianças. O contato com a água contaminada na infância pode gerar doenças como o câncer de tireóide.

Segundo o governo, os adultos ainda podem ingerir a água, pois possuem um nível de segurança maior. Mesmo assim, o alarme causou preocupação entre os japoneses.

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Além disso, as autoridades estabeleceram um perímetro de segurança nos arredores da usina, em que as pessoas não podem se aproximar a mais de 20 quilômetros de distância do local onde está a construção.

Mesmo com todos os esforços feitos para controlar a radiação liberada após o acidente, os resultados têm aparecido lentamente. A situação piora por causa da dificuldade dos funcionários em resfriar os reatores.

Desde que ocorreu o terremoto, seguido de tsunami, o Japão já registrou 9.408 mortes confirmadas, 14.176 pessoas estão desaparecidas e 2.746 feridas. Confirmando que este é o maior desastre que já atingiu o país oriental e também pode ser o desastre mais caro do mundo. Com informações da Folha e do Estadão.

Redação CicloVivo

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