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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou na última semana que, somente neste ano, aconteceram 25.999 focos de queimadas. Os números do ano passado, também entre os meses de janeiro e agosto, foram 85% menores que os atuais.

Entre os estados mais afetados está Mato Grosso, Tocantins, Piauí e Distrito Federal. Além de acabar com enormes áreas florestais, os incêndios têm causado danos à saúde da população. Em Palmas, a capital do Tocantins, a cidade ficou coberta por uma nuvem cinzenta.

A situação foi ainda pior em duas cidades do Mato Grosso, Marcelândia e Peixoto de Azevedo. O clima seco dificulta ainda mais o controle dos incêndios, que fez com que o estado emitisse 1,8 toneladas de monóxido de carbono, cinco vezes mais que a cidade de São Paulo, durante os 13 primeiros dias de agosto.

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A fuligem, causada pela fumaça das queimadas, é um risco para a saúde. As pessoas têm dificuldade para respirar. As crianças e os idosos são os que mais sofrem com problemas respiratórios causados pela péssima qualidade do ar.

O fogo na região de Marcelândia destruiu 112 casas e deixou 500 pessoas desabrigadas. Foi decretado estado de emergência na cidade e a prefeitura e o governo do Mato Grosso informaram que a cidade receberá doações para a construção de um conjunto residencial, além de outras coisas que devem ajudar em parte da reconstrução da cidade.

Com informações do G1

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