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Um estudo feito pelo pesquisador Gilvan Sampaio, do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe), mostrou que a combinação de queimadas, desmatamento e emissão de gases de efeito estufa podem reduzir a Amazônia em até 50% de seu tamanho original até 2050.

Para o pesquisador as ações do homem podem acelerar esse processo de mudança na vegetação. “Se a floresta Amazônica continuar a diminuir, as regiões Sul e Sudeste do país deverão receber menos umidade. Se diminuem as áreas de preservação ambiental, as terras ficarão mais vulneráveis às queimadas e os territórios secos ficarão mais secos ainda”.

A principal análise da pesquisa foram os impactos ambientais decorrentes das mudanças climáticas na vegetação da América do Sul. A Amazônia possui grande força nesse papel pois é um dos maiores biomas a sentir os efeitos do aquecimento global. A vegetação da Amazônia ajuda a manter o equilíbrio climatológico em todo o mundo e está sujeita a diferentes forças ambientais, como as queimadas e o uso de terra para agriculturae pecuária.

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Segundo o estudo os principais impactos do desmatamento no clima da Amazônia o efeito da redução da floresta torna-se mais evidente quando mais de 40% do bioma estiver desmatado.

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