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O período das secas em 2010 foi devastador em diversas regiões do Brasil. Os incêndios, causados pela falta de chuva, tomaram proporções imensas e destruíram áreas de preservação ambiental, como o Parque Nacional das Emas. Pouco mais de nove meses após o desastre o local é reaberto para visitação e turismo.

Conforme informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), somente no último ano ocorreram mais de 26 mil focos de queimadas. O Parque das Emas, localizado em Goiás, foi um dos grandes atingidos pelas chamas, que em pouco mais de um dia destruíram 90% da área de reserva ambiental.

Desde o ocorrido o parque permaneceu fechado à visitação, pois os animais que sobreviveram ficaram expostos e vulneráveis, além disso, muitas estruturas físicas do local foram danificadas pelo fogo. Para que a reserva fosse reaberta foi preciso esperar que a fauna e flora se regenerassem e que o restante da estrutura fosse reconstruída.

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O processo de recuperação do parque contou com o apoio financeiro da empresa ETH Bioenergia, que investiu R$ 500 mil reais nas obras. Além disso, a verba ajudou a desenvolver estruturas de combate a incêndios, para que o acidente não se repita quando começar a temporada de secas de 2011.

A reinauguração do parque, após o recesso, contará com a volta de boa parte das atrações turísticas, como o boia-cross, em que as pessoas podem descer as corredeiras do Rio Formoso em uma bóia, e o observatório de aves, com mais de 350 espécies e outros animais ameaçados de extinção que são preservados no local. Com informações do Estadão.

Redação CicloVivo

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