postos de saúde
Foto: Solarimo | Pixabay

Na última quinta-feira (24), a Prefeitura de São Paulo abriu edital de licitação para abastecer energeticamente suas unidades de saúde com fontes renováveis. Sob a modalidade de concorrência, as empresas interessadas poderão enviar suas propostas até 10 de fevereiro.

A empresa escolhida será responsável pela implantação, operação e manutenção de centrais para geração distribuída de energia solar. Serão 80 unidades básicas de saúde contempladas. 

A geração de energia deverá ocorrer em diversas áreas, de forma descentralizada – podendo ou não serem instalados painéis solares nas próprias unidades consumidoras.

Ao Estadão, o secretário adjunto de governo do município de São Paulo, Flávio Barbarulo Borgheresi, estima que este projeto vai evitar a emissão de 24,5 milhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera ao longo de 25 anos. Esse é o tempo previsto para o contrato da Parceria Público-Privada (PPP) vigorar. Também se calcula uma economia financeira de 25% no mínimo.

Segundo apurou o jornal, por meio desta iniciativa, a prefeitura está sondando o interesse das companhias gestoras de usinas fotovoltaicas para adotar o uso de energia solar em mais equipamentos públicos futuramente. 

São Paulo já figura na lista dos cinco estados com maior potência solar instalada e o momento é propício para acelerar a transição energética. A energia solar é considerada hoje a fonte de eletricidade mais barata e muitas agências apostam nas renováveis para impulsionar a economia no pós pandemia. Mas isso dependerá de como os governos vão atuar daqui para frente.