A Suíça é o país mais feliz do mundo. O Brasil figura na 16ª posição. A informação consta no Relatório Mundial da Felicidade, produzido e disponibilizado pela Organização das Nações Unidas. O ranking, feito anualmente, analisou indicadores críticos do desenvolvimento econômico e social de 158 países.

“Este relatório dá indícios sobre como alcançar o bem-estar social. Não se trata apenas de dinheiro, mas também de justiça, honestidade, confiança e saúde. As evidências aqui disponíveis serão úteis para todos os países que buscam alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, explicou Jeffrey Sachs, diretor do Instituto da Terra da Universidade de Columbia, uma das instituições responsáveis por elaborar a pesquisa.

O material contém uma análise de especialistas de renome em áreas que vão de economia a neurociência. Também são consideradas as estatísticas nacionais e apresentadas medidas de como o bem-estar subjetivo pode ser usado de forma eficaz para avaliar o progresso dos países.

As primeiras posições do ranking foram ocupadas por países europeus. Mas, os 20 países melhor colocados são bastante diversos, como é possível conferir na lista abaixo:

1. Suíça        

2. Islândia    

3. Dinamarca          

4. Noruega

5. Canadá    

6. Finlândia 

7. Holanda   

8. Suécia      

9. Nova Zelândia    

10. Austrália

11. Israel      

12. Costa Rica        

13. Áustria   

14. México   

15. Estados Unidos

16. Brasil      

17. Luxemburgo

18. Irlanda    

19. Bélgica   

20. Emirados Árabes Unidos

O primeiro Relatório Mundial da Felicidade foi publicado em 2012. Desde então, os pesquisadores têm feito análises ainda mais profundas dos dados, considerando fatores como sexo, idade, indicadores regionais e diversos outros temas que comprovam a importância do investimento no capital social.

“Nós estamos certos de que cada vez mais os governos de todo o mundo estão ouvindo e respondendo com políticas públicas que colocam o bem-estar em primeiro lugar. Os países com forte capital social e institucional, não só apoiam uma maior qualidade de vida, mas também estão mais resistente a crises sociais e econômicas”, informou o professor Jonh F. Helliwell, responsável por editar o relatório.

O Relatório Mundial da Felicidade mostra que, tanto em nível individual como nacional, todas as medidas de bem-estar são fortemente influenciados pela qualidade das normas e instituições sociais circundantes, que incluem as relações com família, amigos, comunidade e políticas.

O documento demonstra que assegurar a criação de políticas públicas que enriquecem a sociedade é um dos grandes desafios e que, às vezes, recebe pouca atenção dos órgãos governamentais. O relatório recomenda que proporcionar e manter a felicidade seja o foco central de políticas e práticas em qualquer país.

Clique aqui para acessar o relatório completo.

Redação CicloVivo

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Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.