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A prefeitura do Rio de Janeiro decidiu adiar o início das multas aplicadas a quem joga lixo nas ruas. Inicialmente, a medida começaria a valer na próxima segunda-feira (1), mas o prefeito Eduardo Paes decidiu que o momento político e a quantidade de eventos ocorrendo na cidade não são adequados para colocar a legislação em prática.

De acordo com o site do jornal O Globo, a expressão usada por Paes foi a de que é necessário esperar a “poeira baixar”. A meta é iniciar a aplicação das multas após a visita do papa Francisco, que vem ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude, entre os dias 23 e 28 de julho.

“Achei melhor adiar o início das ações par agosto. Além deste momento de protestos, temos a final da Copa das Confederações. E em julho, mês que muitos cariocas estão fora da cidade e há muitos turistas, temos a visita do papa”, justificou Paes. Enquanto a lei não começa a valer, o prefeito informou que serão investidos mais esforços nos trabalhos de conscientização.

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Um teste já começa a ser feito no bairro da Tijuca. A Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), empresa responsável pela coleta de lixo na cidade, disponibiliza agentes para abordarem as pessoas que descartam inadequadamente seus resíduos. Por enquanto, é feita apenas uma advertência verbal. No entanto, a partir do momento em que a multa começar a vigorar, a punição para quem desrespeitar a norma pode ser de R$ 157 a R$ 3 mil, conforme a Lei de Limpeza Urbana.

Em declaração ao jornal carioca, o presidente da Comlurb, Vinicius Roriz, explicou que o intuito do município não é o de lucrar com essa multa e sim o de modificar o comportamento do cidadão, de modo que a cidade se torne mais limpa e agradável.

A projeto-piloto, atualmente em testes na Tijuca, deverá seguir por outros bairros do Rio de Janeiro. A fiscalização já está prevista para o Centro, Ipanema, Leblon, Lagoa, Copacabana, Catete, Flamengo, Botafogo e Glória, nesta sequência. Com informações do O Globo.

Redação CicloVivo

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