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Foto: Divulgação | Instituto Muda
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Levar educação ambiental e implantar soluções efetivas para a coleta seletiva a moradores de condomínios residenciais em que a separação e a destinação correta dos resíduos ainda são inexistentes ou ineficazes. Essa é a principal preocupação do programa “Adote um condomínio”, projeto da Nestlé em parceria com o Instituto Muda, que há 12 anos atua em São Paulo com o propósito de implantar a coleta seletiva em condomínios e atuar na gestão de resíduos.

Em 2021, o projeto vai beneficiar 20 condomínios na capital paulista, abrangendo aproximadamente 2 mil apartamentos e impactando 7 mil moradores. A expectativa é recolher 20 toneladas/mês.

Idealizado pelo Instituto Muda, o programa possui um modelo de operação que consiste na implantação de uma coleta seletiva de forma customizada e focada na comunicação e educação ambiental.

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A Nestlé responde pelo treinamento, educação ambiental e adequação da infraestrutura; o Instituto Muda coordena a mecânica de instalação dos contêineres e coleta dos materiais, que depois são encaminhados para doze cooperativas de reciclagem de baixa renda. As cooperativas de diferentes regiões da cidade de São Paulo são previamente cadastradas  pela entidade e recebem os resíduos como doação e podem, a partir disso, ampliar a geração de renda própria.

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“Com esse projeto de educação e conscientização ambiental queremos ampliar mês a mês o volume de resíduos destinados à reciclagem e diminuir a porcentagem de materiais que não são recicláveis e acabam indo para a cooperativa, como embalagens com restos de alimentos e até mesmo matéria orgânica”, diz Barbara Sapunar, Head de CSV (Criação de Valor Compartilhado) da Nestlé Brasil.

Atividades constantes

Além da frente de capacitação e treinamento de funcionários e moradores, uma vez por mês, há uma sessão para tirar dúvidas e coletar dados que auxiliem as empresas na forma como estimulam a coleta seletiva juntos aos moradores.

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Segundo Alexandre Furlan, fundador do Instituto Muda, é muito comum os moradores trazerem dúvidas simples sobre o que pode e o que não pode ser reciclado, bem como meios corretos para o descarte dos materiais – como o cuidado na hora de descartar eletrônicos e óleo, por exemplo. A ideia é trabalhar com o conceito de responsabilidade compartilhada.

“É fundamental estimular a reciclagem como algo simples de fazer no dia a dia, mostrando que o mais importante é o compromisso com o meio ambiente, é ter a atitude que transformar a nossa sociedade, já que facilitamos bastante para o morador o descarte correto. Os coletores são personalizados com bastante clareza sobre os locais corretos para a disposição de cada material e trazem dicas de como facilitar a reciclagem em casa”, conta Alexandre.

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