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Japoneses criam proteína que pode transformar árvores em luminárias naturais

A proteína é capaz de produzir uma luz até 20 vezes mais poderosa que as convencionais.

Um grupo de pesquisadores japoneses da Universidade de Osaka desenvolveu proteínas que produzem luz e são visíveis a olho nu. Esta novidade pode ajudar a criar alternativas que substituam o uso de lâmpadas artificiais e também pode auxiliar o desenvolvimento de pesquisas médicas.

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O estudo que apresenta o experimento foi divulgado na última semana pela revista científica norte-americana “Proceedings of the National Academy Sciences”. De acordo com a publicação, as proteínas receberam o nome de “nano-lanternas” e são capazes de liberar luz azul, verde ou amarelo/laranja.

Para chegar a este modelo, os pesquisadores combinaram proteínas brilhantes de Renilla reniformis com proteínas fluorescentes coletadas de medusas e corais. O resultado do experimento foi uma proteína capaz de produzir uma luz até 20 vezes mais poderosa do que as proteínas brilhantes convencionais, conforme informado pelo jornal Japan Times.

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As proteínas brilhantes convencionais liberam uma luz muito fraca, que até mesmo câmeras supersensíveis precisam de um longo tempo de exposição para captar. Este desempenho acabava limitando o uso da alternativa. A novidade deve oferecer mais opções aos cientistas.

“No futuro, esperamos usá-la para criar árvores de rua que brilham, para que possamos economizar eletricidade”, explicou Takeharu Nagai, professor da Universidade de Osaka e um dos integrantes da equipe responsável pela “nano-lanterna”.

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Redação CicloVivo