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Separar os restos de alimentos, assim como as embalagens recicláveis, é uma prática que pode ser aplicada em qualquer residência que se preocupa com a destinação correta do lixo. No caso dos resíduos orgânicos, uma opção é investir no cultivo de minhocas. Essa foi a escolha do zootécnico Afrânio Guimarães que apostou na ideia como modelo de negócio.

O mineiro de Juiz de Fora encontrou algumas dificuldades para adotar o cultivo comercial de minhocas. Uma delas foi o espaço limitado para a produção, uma vez que o processo tradicional utiliza grandes áreas abertas.

Por conta desse empecilho, Guimarães desenvolveu um método vertical de cultivo em caixas. O formato agradou outros criadores locais que mostraram interesse em obter o modelo. Batizada de Minhobox, a empresa se especializou em soluções de minhocultura e venda de iscas para aquários e criadouros de aves.

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O formato já foi exportado para 17 países. Além do modelo de caixas, a empresa trabalha com o cultivo em colchões, venda de equipamentos, insumos para agricultura e a comercialização de minhocas para grandes clientes, como os aquários de São Paulo e Belo Horizonte.

Desde 2005, o zootécnico investe em laboratório especializado para descobrir novas técnicas de criação. Através desse serviço, a empresa oferece consultoria aos compradores.

As técnicas para adotar o minhocário em casa não são tão complexas, apesar de demandarem alguns cuidados e paciência. Veja aqui como fazer um sistema que reaproveita os resíduos orgânicos. Com informações Revista Pegn.

Redação CicloVivo

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