A Fundação SOS Mata Atlântica realiza, de 3 a 21 de maio, a exposição A Mata Atlântica é o Bicho, no Espaço Cultural da Estação Brás do Metrô, em São Paulo. Serão oito painéis grafitados pelo artísta Gejo, com animais que só existem na Mata Atlântica ou estão ameaçados de extinção. O objetivo é sensibilizar o público para a importância da conservação da Mata Atlântica e iniciar as comemorações para o Dia Nacional da Mata Atlântica, que será no próximo dia 27.

Os oito animais que serão apresentados:

Aranha-armadeira

Nome científico: Phoneutria bahiensis.

Espécie endêmica: só existe na Mata Atlântica

 

Mico-leão-dourado

Nome científico: Leontopithecus rosalia

Espécie corre perigo de extinção

Muriqui

Nome científico: Brachyteles hypoxanthus

Endêmico: só existe na Mata Atlântica

Espécie criticamente em perigo de extinção

Sapo-cururu

Nome científico: Chaunus ictericus

Endêmico: só existe na Mata Atlântica

Tucano-de-bico-verde

Nome científico: Ramphostos dicolorus

Endêmico: só existe na Mata Atlântica

Soldadinho-de-araripe

Nome científico: Antilophia bokermanni

Endêmico: só existe na Mata Atlântica

Espécie criticamente em perigo de extinção

Peixe anual

Nome científico: Austrolebias wolterstorffi

Bioma: Mata Atlântica e Pampa     

Espécie criticamente em perigo de extinção

Tartaruga-de-pente

Nome científico: Eretmochelys imbricata

Bioma: Marinho

Espécie corre perigo de extinção

O objetivo é que eles chamem a atenção do público que transita pela cidade de São Paulo para a importância da proteção destas espécies, algumas exclusivas da Mata Atlântica, além de mostrar a riqueza desta floresta e do ambiente marinho.

No dia 23 de maio as peças seguirão para exposição na 9ª edição do Viva a Mata – Encontro Nacional pela Mata Atlântica. O evento, que este ano terá o tema Direitos e Deveres Ambientais, acontecerá de 24 a 26 de maio, das 9h às 18h, na Marquise do Parque Ibirapuera e no auditório do MAM (Museu de Arte Moderna), em São Paulo/SP.

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Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.