Um em cada quatro estudantes do Havaí estudam em salas de aula portáteis de baixa qualidade. Para resolver este problema, o governo local planeja substituir essas estruturas por modelos sustentáveis, desenvolvidos pelo escritório Anderson Anderson Architecture.


Foto: Anthony Vizzari / Anderson Anderson Architetcure

As salas de aula são pré-fabricadas e facilmente transportadas para outros locais. De acordo com os arquitetos, os principais materiais usados na construção são madeira e metal. No entanto, o seu maior diferencial, em relação aos modelos tradicionais, é a eficiência energética, tanto que as salas são chamadas de “energia positiva”.


Foto: Anthony Vizzari / Anderson Anderson Architetcure

A estrutura possui alto desempenho, ao mesmo tempo em que proporciona um ambiente educacional saudável e que colabora para o desenvolvimento das crianças. As salas têm grandes aberturas que facilitam a entrada de ar e a luminosidade natural, fatores que reduzem o consumo energético durante o uso.

 


Foto: Anthony Vizzari / Anderson Anderson Architetcure

Para garantir a eletricidade, independente do local onde as salas sejam aplicadas, a estrutura conta com placas fotovoltaicas e pequenas turbinas eólicas, que fornecem toda a energia necessária para o seu funcionamento. Os módulos ainda são equipados com sistema de captação de água da chuva, para evitar o desperdício dos recursos hídricos.

 


Imagem: Anderson Anderson Architetcure

Todo o desempenho das estruturas é monitorado e será avaliado em estudos durante dois anos, para que seja possível alcançar a maior eficiência possível. De acordo com a descrição do projeto, as salas de aula se adaptarão perfeitamente a qualquer condição climática, garantindo a segurança e conforto dos alunos.

As salas de aula são facilmente transportadas por caminhões e navios de carga.


Foto: Anderson Anderson Architetcure


Foto: Anderson Anderson Architetcure


Foto: Anderson Anderson Architetcure

Redação CicloVivo

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Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.