O artista Bruce Munro tem uma grande admiração pelos efeitos de iluminação que podem ser criados. Por isso, começou a trabalhar nesta área e hoje surpreende as pessoas com suas instalações.

Seu trabalho com as luzes é tão incrível, que um de seus projetos foi aplicado no jardim do museu Holburne, localizado na cidade de Bath, na Inglaterra. Além de ter um aspecto visual diferente e bonito, o jardim de luzes substitui as flores por 5.000 lâmpadas coloridas, que dão um realce criativo ao seu trabalho. A instalação é chamada de Field of Light e consiste em uma espécie de jardim que possui pontos de luz no lugar onde deveriam estar as flores.

As lâmpadas são sustentadas por hastes de acrílico e conectadas umas às outras por meio de cabos de fibra ótica. A técnica de Munro combina vidro, garrafas PET, fibra ótica e toda a energia utilizada para iluminar as instalações são provenientes de painéis de captação solar.

Para alguns, sua técnica lembra o filme Avatar, de James Cameron, mas não houve inspiração, uma vez que a primeira versão do projeto foi realizada em 2004 – ou seja, muito antes do longa-metragem. Desde então, seu trabalho foi levado para diversas regiões do país.

O interesse pelas luzes surgiu quando Munro ainda estava na escola, no Reino Unido. Tempos depois, ele se mudou para Sydney, na Austrália, onde se especializou em design e iluminação. De volta à Inglaterra, Munro abriu um estúdio em que trabalha com iluminação junto à sua equipe de designers. A empresa cria sistemas de iluminação arquitetônicos para residências, hotéis, restaurantes e outros espaços comerciais. Com informações da Revista PEGN e MauOscar.

Redação CicloVivo

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Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.