Pessoas que possuem o hábito de comer peixes tendem a viver mais. Esta é a comprovação apresentada em um estudo feito por cientistas da Escola de Saúde Pública de Harvard e publicado na última segunda-feira (1).

Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores analisaram durante 16 anos pessoas com hábitos alimentares diferentes e com mais de 65 anos. Ao todo, a amostra contempla 2.700 adultos norte-americanos. Parte deles consumida com periodicidade frutos do mar, enquanto a outra parte não tinha contato alguns com este tipo de alimento.

As análises mostraram que, pessoas com altos níveis de ácidos-graxos ômega 3 tinham tendência 27% menor de morrer por qualquer causa natural, enquanto a chance de morrerem em consequência de ataque cardíaco chega a ser 35% menor que o de pessoas com menos substâncias deste tipo no sangue.

Os ácidos-graxos ômega 3 estão mais presentes em peixes como: salmão, atum, halibute, sardinha, arenque e cavala. As pessoas que incluíram essas opções na dieta ao menos duas vezes na semana chegaram a viver 2,2 anos a mais que o restante dos participantes.

“Nossas descobertas sustentam a importância de níveis sanguíneos adequados de ômega 3 para a saúde cardiovascular e sugerem que mais tarda na vida estes benefícios podem, na verdade, prolongar os anos restantes”, informou Dariush Mozaffarian, principal autor do estudo, em declaração à agência AFP.

Existem alguns cuidados específicos que auxiliam a escolha do melhor peixe. Clique aqui e saiba como escolher peixes frescos. Com informações da AFP.

Redação CicloVivo

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Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.