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Despoluir e deixar a Lagoa Rodrigo de Freitas totalmente limpa é o propósito do secretário municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Muniz. A proposta é de que isso se concretize até a Copa do Mundo de 2014, para tanto, serão investidos 1,5 bilhão de reais somente em saneamento básico.

Não é de hoje que a capital fluminense lida com problemas sérios de poluição. O fato de sediar os dois principais eventos esportivos mundiais, nos próximos anos, veio como mais um incentivo para que esses problemas sejam sanados. Segundo o secretário, os trabalhos estão sendo feitos para que os moradores da cidade também sejam beneficiados e que os resultados tragam melhora na qualidade de vida e estrutura da cidade em longo prazo.

As áreas mais preocupantes, em relação ao esgoto, são a baixada fluminense e os bairros de Santa Cruz e Campo Grande, portanto serão as regiões priorizadas pelos trabalhos da Companhia Estadual de Esgotos do Rio de Janeiro.

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Diante da atual preocupação com a estrutura das cidades brasileiras que receberão jogos da Copa, o Instituto Trata Brasil, promoveu o seminário “2014-Saneamento na Rede”. O evento tem como intuito cobrar ações do governo para que sejam minimizados os problemas com saneamento básico em todas as 12 cidades-sede da Copa.

O presidente do Instituto Trata Brasil, Raul Pinho, destacou que atualmente nenhuma cidade brasileira, além de Brasília, possui estrutura sanitária para receber um evento desse porte. Mas, que é possível reverter esse quadro, se os prefeitos e companhias de saneamento se comprometerem em atingir as metas, pois recursos para isso o país tem.

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