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A poluição é um fator preocupante nas grandes cidades. São Paulo é um exemplo de como pode ser perigosa a inalação dos gases tóxicos presentes no ar. Segundo especialistas, somente o fato de respirar na capital paulista seria como fumar dois cigarros por dia.

Nas últimas duas décadas a qualidade do ar melhorou na cidade, graças a tecnologias automotivas mais eficientes e à grande quantidade de indústrias que deixaram a capital paulista. Mesmo assim, os números ainda são preocupantes e, atualmente, a frota de sete milhões de automóveis em São Paulo é responsável por 90% da contaminação do ar.

A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) é o órgão responsável por avaliar a qualidade do ar. Os padrões seguidos hoje, determinados pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente, são os mesmos que foram feitos na década de 90 e que, desde então, não sofreram alterações. O resultado disso é uma avaliação que não condiz com a realidade absoluta da cidade.

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O ideal seria que as avaliações tivessem como parâmetros os índices da Organização Mundial de Saúde (OMS), que são muito mais rígidos, a fim de tornar a qualidade do ar ideal para a saúde humana. Com essas mudanças, os níveis que hoje são considerados regulares, seriam classificados como inadequados.

Em janeiro deste ano, o governo de São Paulo se comprometeu a fazer as alterações para que as avaliações fossem mais rígidas. Porém, até o momento não houve nenhuma mobilização para que o compromisso fosse posto em prática. Com informações do G1.

Redação CicloVivo

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