O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) passou uma reformulação que trouxe benefícios econômicos e ambientais. Trata-se da instalação de tecnologias economizadoras que, em apenas um mês, gerou uma redução de 41,3% no consumo de água.

Os produtos fazem parte do Deca|ProÁgua, um programa da companhia Deca que atua por meio da mudança dos hábitos dos usuários e de uma série de ações planejadas, com a priorização da aplicação de produtos e dispositivos economizadores, que garantem a redução do desperdício de água nas mais variadas tipologias de edificações.

Por meio desse projeto, o museu, que recebe cerca de duas mil pessoas por dia, utilizava em média 1.700 m³ de água ao mês, passando para 998m³. Se a média se mantiver, no período de um ano, o MASP terá economizado 8.424 m³, o equivalente a 3,3 piscinas olímpicas.

Para tanto, o MASP passou por um completo estudo que levou a ações concretas, como a instalação de medidores de consumo em banheiros, espelhos de água, sistema de ar condicionado e restaurante. Depois, foi a vez da tecnologia economizadora entrar em campo, com destaque para a troca de mecanismos das válvulas de descarga e de bacias sanitárias, além da instalação de torneiras de fechamento automático.

Em tempos de chuva escassa e com o nível dos reservatórios em baixa, a necessidade de economizar água e preservar o meio ambiente se tornaram pautas constantes. Segundo levantamento da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), a redução no consumo de água na cidade de São Paulo neste primeiro semestre foi de 16,23% em média.

“Mais do que implementar o Deca|ProÁgua, a marca tem por objetivo conscientizar a população de que práticas simples e utilização de soluções e produtos eficientes são fundamentais para o uso consciente e consequentemente a redução no consumo deste bem natural, que está cada vez mais escasso em São Paulo”, explica Osvaldo Barbosa de Oliveira Jr, coordenador da área de Engenharia de Aplicação da Deca.

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Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.