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Um incêndio em grande escala em Mountain Brooks Range, no Alasca, libera 20 vezes mais carbono no ar do que o que é anualmente perdido pela tundra intocada, dizem cientistas apontando para a enorme quantidade de tais incidentes.

Gauis Shaver, cientista sênior da Nature, o laboratório Biológico Marinho dos Estados Unidos, e seus colegas sugerem que o Ártico é regularmente perturbado pelo fogo, o que pode significar liberações maciças de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, uma diminuição nos estoques de carbono em terra e um rápido impacto climático.

Com o aumento da frequência e tamanho de tais incêndios, os pesquisadores afirmam que os distúrbios podem liberar grandes quantidades de dióxido de carbono no ar e transformar o gelo. As tundras desflorestadas criam um tipo diferente de ecossistema, menos capaz de armazenar carbono, impactando profundamente a ecologia.

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De acordo com o MBL, paisagens de tundra ártica armazenam enormes quantidades de carbono em locais frescos e solos úmidos, que são isolados por uma camada de solo permanentemente congelado.

O fogo tem sido quase inexistente no distrito de North Slope, no Alasca, durante milhares de anos, e os efeitos dos incêndios sobre o balanço de carbono dos ecossistemas tundra é, em grande parte, desconhecido.

No entanto, com a elevação das temperaturas ao longo do último meio século, o clima na região está em transição, estimulando mais tempestades de raios e incêndios florestais. 

Redação CicloVivo

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