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Uma das conquistas da Conferência Climática da ONU, COP16, finalizada no último sábado (11), em Cancun, foi a aprovação de mecanismos de preservação de florestas, mais conhecido como REDD. O Brasil pode ser um dos principais beneficiados por essa medida.

O motivo para o país largar na frente é o fato de que aqui já existem estratégias nacionais de preservação. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, informou que o Brasil deverá ajudar os países vizinhos a criarem suas estratégias.

De acordo com as normas pré-estabelecidas no REDD, para que os projetos obtenham a aprovação das Nações Unidas, devem ser considerados os direitos de povos indígenas, comunidades locais e biodiversidade.

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Mesmo com o adiantamento nas propostas e metas brasileiras, o apoio financeiro para colocá-las em prática deverá ser liberado somente no próximo ano. A demora acontece porque mesmo com o acordo estabelecido durante a conferência climática, ainda não está definida qual será a origem do dinheiro. Alguns países preferem que a verba seja liberada através de fundos públicos, outros preferem que seja proveniente dos mercados de crédito de carbono.

O fundo usado para a preservação das florestas é o chamado “fundo verde”, em que os países desenvolvidos serão responsáveis por investimentos que facilitarão a luta dos países emergentes contra as mudanças climáticas.

Com informações do Estadão

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