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A ONG ambiental WWF-Brasil, em parceria com o Conselho Nacional Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, constatou que o Brasil cumpriu menos de 5% das metas de proteção dos biomas, definidas pela Organização das Nações Unidas.

As 51 metas definidas pela ONU deveriam ter sido cumpridas até o final de 2010. No entanto, o resultado foi de que o país cumpriu apenas duas delas em sua totalidade, cinco não chegaram a ser executadas e o restante permanece em estágio intermediário de cumprimento.

As medidas foram tomadas para que o Brasil conseguisse determinar estratégias para a proteção dos biomas locais. Os dois resultados positivos alcançados pelo país foram a redução dos focos de calor nos diferentes biomas e uma listagem ampla e facilmente acessível sobre as espécies brasileiras, entre elas, plantas, animais, vertebrados, invertebrados e microorganismos.

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Como resultados negativos de projetos que foram deixados de lado estão: a recuperação de no mínimo 30% dos principais estoques pesqueiros; controle de 25 espécies exóticas que ameaçam o ecossistema local; projetos de proteção ao conhecimento de todas as comunidades tradicionais dos biomas; e política de utilização dos benefícios obtidos a partir do comércio de recursos genéticos para a conservação da biodiversidade.

A ONG ambiental constatou também que o Brasil cumpriu parcialmente as metas de redução no desmatamento, sem conseguir alcançar os valores estipulados pela ONU, que eram de diminuição de 100% no desmatamento da Mata Atlântica, 75% na Amazônia e 50% dos outros biomas.

Mesmo com resultados negativos, a Conferência das Partes pela Biodiversidade, realizada em outubro passado na cidade japonesa de Nagoya, definiu metas ainda mais ambiciosas e difíceis de serem alcançadas para a preservação dos biomas brasileiros. O ano de 2020 foi definido como prazo limite para que elas sejam executadas e finalizadas. Com informações da Agência Brasil.

Redação CicloVivo

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