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O aquecimento global e os desastres ambientais decorrentes dele já causam alertas em relação à produção de alimentos e quantidade de água disponível para suprir as necessidades da população mundial.

A preocupação é tão grande, que especialistas como o britânico Richard Warburton acreditam que as próximas guerras não acontecerão por disputas de petróleo ou territórios, mas sim por água e comida.

O ano de 2011 acaba de começar e já traz evidências que comprovam a veracidade das especulações. A cidade de Teresópolis, no Rio de Janeiro, teve 80% da sua produção agrícola destruída por causa das chuvas. Enquanto isso, o Quênia sofre com a seca, que já causou a morte de centenas de gado que não têm o que comer.

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O primeiro sinal desse problema será o aumento dos preços dos mais diversos alimentos. Depois, segundo o chefe do painel climático da ONU, Rajendra Pachauri, explica que virá a escassez dos produtos. Até mesmo as embalagens estarão em falta. O motivo: petróleo.

A alternativa para o combustível fóssil, os biocombustíveis, ainda trazem polêmica. Nos Estados Unidos, por exemplo, a principal matéria prima para a produção limpa é o milho, no entanto a sua utilização significa perda de alimentos ou inflação.

Em relação à água. Mesmo que este seja um direito universal, ainda existe mais de um bilhão de pessoas sem acesso à água potável. As disputas por esse bem precioso já começaram e a dificuldade para encontrá-la aumenta a cada dia.

Os alertas mostram que se a população mundial continuar crescendo na mesma medida com que cresceu nos últimos 40 anos, em 2050 seria necessário produzir o dobro do que temos de alimentos hoje. Até mesmo os mares estão comprometidos. Nesse caso, principalmente devido à ação humana, através da pesca predatória. As informações são da Globo Natureza.

Redação CicloVivo

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