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São Paulo é líder nacional na geração de energia solar

Energia fotovoltaica ajuda no abastecimento de propriedades rurais, melhorando na produção e reduzindo custos

energia solar
Foto: torstensimon | Pixabay

São Paulo ocupa a liderança nacional na geração de energia solar. O estado tem atualmente um potencial energético de 3,8 gigawatss instalado por meio deste modelo de captação, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). A capacidade é suficiente para atender mais de 400 mil consumidores.

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Por meio de painéis, o sistema capta a irradiação solar e a converte em energia elétrica. Com isso, é possível reduzir de forma significativa o uso de energia da rede, diminuindo também os custos. Além do ganho econômico, a fonte renovável e inesgotável da luz do sol possibilita uma produção sustentável, já que não emite gases poluentes.

A energia fotovoltaica está em plena expansão no mercado e pode ser utilizada para suprir demandas energéticas de propriedades rurais, como no bombeamento de água para abastecimento doméstico, irrigação, eletrificação de cercas, iluminação, entre outras atividades essenciais na produção.

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Financiamento solar

Pensando no crescimento energético e na sustentabilidade que a energia solar proporciona, o Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, disponibiliza crédito a produtores para a instalação de placas, com a linha de Desenvolvimento Rural Sustentável Paulista na atividade de Energia Renovável, do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista, o FEAP.

Sao Paulo energia solar
O potencial atual energético paulista é de 3,8 gigawatts (GW), capacidade suficiente para atender mais de 400 mil consumidores. | Foto: Divulgação Governo de SP

Em 2023, foram mais de R$ 30 milhões ofertados para projetos ligados à produção de energia limpa no campo. Cerca de 240 produtores foram contemplados, contribuindo para a transição energética no estado.

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O Sítio Nossa Senhora Aparecida, localizado no município de Pontalinda, no interior de São Paulo, trabalha no segmento de gado de leite. Há 10 meses, a empresa familiar implementou painéis fotovoltaicos, com o auxílio da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI). “Usamos no sítio para todos os eletrodomésticos, na ordenha mecânica, no resfriador do leite, na bomba do poço artesiano e para irrigar a pastagem. Nós tivemos uma redução no gasto com energia de 90%”, disse o proprietário e produtor rural, Silvio Feliciano.

“A linha de financiamento se configura como ferramenta poderosíssima no desenvolvimento da pequena propriedade. O fotovoltaico, com a taxa de juros acessível e carência, frente ao alto custo da energia e perdas dos subsídios para o rural foi um presente que o Estado nos ofereceu”, destaca o presidente do sindicato rural de Caconde, Ademar Pereira, que implantou o sistema em todo o processo de colheita da Cooperativa Agropecuária de Caconde. Segundo Pereira, além da questão da sustentabilidade, hoje, o alto valor da energia elétrica impacta diretamente nos custos de produção.

O teto de financiamento da linha do FEAP é de até R$ 300 mil para pessoa física e até R$ 800 mil para pessoa jurídica. O prazo de pagamento é de até 96 meses, com carência de até 24 meses. Saiba mais sobre o apoio financeiro aqui.

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