A Ogochi é uma das primeiras indústrias de confecção do Brasil a alcançar autossuficiência na geração de energia solar fotovoltaica. Com sede em São Carlos, no oeste de Santa Catarina, a empresa conta com sete fábricas que juntas produzem mais de quatro milhões de peças de vestuário masculino por ano. Cinco delas – duas em São Carlos e as outras nas cidades de Saltinho, Planalto Alegre e Águas de Chapecó – contam agora com sistemas fotovoltaicos projetados e instalados pela ENGIE.

A iniciativa está alinhada à decisão estratégica da Ogochi de assumir a sustentabilidade como um posicionamento corporativo. “Investimos na ampliação do uso de fontes limpas e renováveis para reduzir a pressão sobre os sistemas hídricos e ampliar a competitividade da indústria”, explica o presidente da companhia, Sidney Ogochi. A agenda ambiental da empresa inclui estudos para eficiência no uso de materiais, redução no consumo de energia e gerenciamento de resíduos, além da avaliação e qualificação de fornecedores.

Valorização da marca

Para o diretor executivo de soluções fotovoltaicas da ENGIE, Rodrigo Kimura, a Ogochi é uma empresa inovadora que agora dá um passo além, ao investir na tecnologia fotovoltaica para gerar sua própria energia de fonte descarbonizada. “Ficamos muito satisfeitos em contribuir com esse projeto, que agrega ainda mais valor à sua marca”, afirma.

O sistema fotovoltaico descentralizado é formado por cinco mini e microusinas fotovoltaicas, adequadas à demanda de cada unidade fabril. Sua potência total somada de 641,3 kWpm deve suprir 96% do consumo total da empresa e se pagar em menos de oito anos. Em 25 anos de vida útil, a geração solar irá evitar a emissão de mais de 11 mil toneladas de CO², equivalentes ao plantio de 20,3 mil árvores.

“Somos uma parceria confiável para empresas que desejam descarbonizar sua produção por meio de energia solar, pois integramos o maior grupo privado de geração de energia do Brasil, com mais de 20 anos de atuação no país”, comenta Kimura. “A ENGIE tem outras soluções integradas para empresas se tornarem mais eficientes do ponto de vista energético e mais sustentáveis em relação ao uso de recursos naturais”, finaliza o executivo.