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Um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveu um semáforo equipado com diodos emissores de luz, que deixam o equipamento mais econômico e reduz a quantidade de resíduos produzidos pelo descarte de lâmpadas incandescentes.

Os semáforos tradicionais chegam a consumir 400W em um cruzamento de quatro vias. Nessas mesmas condições o equipamento iluminado por LEDs gasta apenas 40W. Isso acontece porque os diodos emissores de luz possuem alta eficiência óptica, potência e chega a economizar até 90% de energia, se comparado às lâmpadas incandescentes.

Segundo o coordenador do projeto, Luís Fernando Bettio Galli, a economia de energia não é o único diferencial positivo da tecnologia de LED. Esses emissores de luz podem permanecer acesos por mais de 50 mil horas, enquanto as lâmpadas incandescentes têm vida útil de apenas 4 mil horas. “O LED é um emissor que não apaga repentinamente. Ele vai degradando com o tempo e, depois de seis anos ligado, só perderá 25% da eficiência óptica inicial”, informou ele.

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Um semáforo de LED não é necessariamente uma novidade, já existem equipamentos que funcional dessa maneira há 50 anos. Porém, os pesquisadores encontraram uma maneira de transformar a técnica para que ela funcionasse ainda melhor. Assim eles aproveitam a luminosidade dos diodos em sua totalidade, garantindo eficiência total.

As inovações não param por aí. Preocupados com os problemas causados no trânsito por causa da queda de energia. O grupo também instalou um sistema eletrônico que permite que o semáforo seja alimentado por eletricidade convencional ou energia solar, que é a prioridade do invento.

A criação, denominada “Sinalizador de trânsito à base de LED com operação emergencial”, está sendo testada na cidade de São Carlos, no interior paulista, onde está localizado um dos campus da USP, e contou com um financiamento do Programa Fapesp Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas. Com informações da Fapesp.

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Redação CicloVivo

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