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Uma empresa de Campinas, em São Paulo, desenvolve bolsas e acessórios reutilizando câmaras de ar de pneus velhos. As peças são fruto da criatividade das sócias Sandra Martins e Adriana Santos.

Apesar de ser feita com matéria-prima ecológica, o consumidor pode não perceber esse diferencial. Isso porque há uma preocupação com o design das peças, que buscam atrair um público mais exigente.

A empresa Santi Martin foi aberta há um ano. A dupla explicou ao Estadão que todo o processo é realizado manualmente e que são incluídos acessórios diversos para chamar mais atenção. "Por mais que a câmara de ar seja um material sustentável, temos que ter produtos com um apelo moderno. Usamos spikes e forros coloridos", disse a designer Sandra.

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A primeira remessa de bolsas e cintos foi vendida aos amigos. A partir da segunda, com 70 bolsas, o material foi comercializado no site da empresa, em feiras e exposições.

O material básico é encontrado em aterros, borracharias e em empresas que comercializam as câmaras. A matéria-prima reaproveitada dá origem a bolsas que podem custar de R$ 120 a R$ 275 reais.

As recomendações para conservar as bolsas e cintos de câmeras de ar são bem parecidas com as tradicionais: evitar água, não secar ao sol, pois pode causar manchas no material; armazenar em um local fresco e seco, a fim de evitar os problemas relacionados com o odor característico do produto. A empresa adverte que caneta de tinta, produtos que contenham óleo e/ou álcool podem causar manchas permanentes.

A Santi Martin anseia expandir seus negócios, no entanto, por se tratar de um processo totalmente manual, ainda não se sabe quando isso será possível. Com informações do Estadão.

Redação CicloVivo

 

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